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Pré-candidatos às eleições de 2024 começam a aquecer os motores

Confira opinião política no quadro "Foi bem/Foi mal".

15/04/2024 às 14h37 Atualizada em 15/04/2024 às 16h06
Por: Redação
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Pré-candidatos às eleições de 2024 começam a aquecer os motores

O mês de abril ainda nem terminou, mas a depender dos pré-candidatos aos cargos de vereador, prefeito e vice-prefeito em Valparaíso de Goiás (GO), a pré-campanha já está no ar, com diversos nomes à disposição para esses cargos municipais. A dança das cadeiras das secretarias e superintendências estão a todo vapor, e pelo menos até o dia 15 de abril, data desta publicação, tivemos as seguintes alterações, segundo Decretos publicados no Diário Oficial do Município: na secretaria de Administração, saiu Bonivone Gomes, que é pré-candidata a vereadora e entrou Jaqueline Machado. Na secretaria de Educação, a professora Rudilene Alves (União Brasil) deixou o cargo e atualmente é pré-candidata a prefeita. Em seu lugar, assumiu Natássia Gadêlha. Outro que também se colocou como pré-candidato a prefeito é Marcus Vinicius (MDB), ex-secretário de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos. Assumiu seu posto o Irineu Pottker Sobrinho, ex-servidor municipal, que tinha se aposentado no fim de 2023. Na secretaria de Cultura e Esporte, saiu Ricardo Viana (PDT) para tentar um cargo na Câmara Municipal e entrou em seu lugar Jorge Recife (PDT), que estava como vereador. Na pasta da Assistência Social, afastou-se a Maria do Monte e assumiu Josélia Leão, que estava na secretaria de obras. Na Superintendência dos Serviços de Fiscalização Municipal (Susfim), Rafael Viana saiu e entrou Paulo Mansur. E por fim, Júlio Vicente de Sena deixou o cargo de superintendente de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos e assumiu André Luiz dos Santos Vasconcellos. Outros secretários e superintendentes que também saíram e ainda não há um substituto (até a data desta publicação), estão Roberto Martins (Secretaria de Governo), Antônio Reis (Secretaria de Desenvolvimento Econômico), Afrânio Pimentel (Secretaria de Articulação Institucional), Paulo Baiano (Administração do Céu Azul), César do Trânsito (Agência Municipal de Trânsito e Transporte) e Edvaldo Marajó (Superintendente de Educação). 
Há de se destacar que nem todos esses nomes são de possíveis candidatos, alguns poderão se dedicar à campanha de um futuro prefeito ou vereador, e optaram pela saída para ter o tempo mais livre para um só compromisso. Lembrando que a medida vale para políticos que atuam em cargos do Poder Executivo, em posições como prefeitos, secretários, governadores, ministros. Vereadores que pretendem se reeleger, não precisam sair de seus cargos atuais. Um caso curioso é o de Jorge Recife (PDT), que é o único vereador que deixou a Câmara para assumir uma secretaria municipal, ou seja, se nada mudar até 6 de maio, Recife será o único vereador a não disputar reeleição. 
Novamente destacar a data deste artigo (15 de abril), pois tudo pode mudar em segundos, os nomes que se colocaram à disposição como pré-candidato a prefeito, estão Marcus Vinicius (MDB), Rudilene Nobre (União Brasil), Zé Antônio (PL), Maria Yvelônia (SD), Alceu Gomes (União Brasil), Antônio Reis (PSB), Hélio Porto (União Brasil), Lêda Borges (PSDB) e Dra. Zeli Fritsche (União Brasil), as duas últimas são deputadas federal e estadual, respectivamente, e só estariam como candidatas em um cenário para uma enfrentar a outra, segundo fontes ouvidas nos bastidores políticos. Em breve, quando um desenho das candidaturas estiver mais maduro, trago nesta coluna um resumo de quem é quem. Até o dia da eleição, em 6 de outubro, muita coisa ainda poderá ser modificada, entre elas, a definição de um único nome escolhido pelo grupo do prefeito Pábio Mossoró (MDB), que está no poder há quase 8 anos com um número expressivo de aprovação por parte da população valparaisense, ele é o único prefeito reeleito da história da cidade. Sua indicação pode significar uma arrancada, mas ainda longa e desafiadora pela frente. De acordo com as primeiras pesquisas eleitorais, há uma indefinição por parte do eleitor em quem escolher para governar nos próximos 4 anos. A resposta “não sabe” lidera em todos os cenários políticos.  

Foi bem

Que lição de vida e superação da escritora e poeta Roseana Murray, 73 anos. Para quem não se lembra, ela foi atacada por cachorros da raça pitbull quando caminhava na orla de uma praia em Saquarema (RJ). Mesmo perdendo o braço direito e uma orelha e ainda internada, Roseana planeja realizar um sarau de poesia no Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo (RJ), onde está internada desde o dia 5 de abril, quando ocorreu o ataque. Ela disse que troca histórias com enfermeiros e outros profissionais do hospital, e que mesmo nos piores cenários é preciso buscar beleza. Na publicação, Roseana diz que ainda está no CTI e que planeja um sarau de poesia no hospital. Roseana também afirma que vai presentar a equipe médica que cuidou dela com seus livros, "autografados com a mão esquerda". Belo exemplo para todos de gratidão e amor.

Foi mal
Não sou de falar de futebol nesta coluna, mas venho destacar de forma negativa o que a arbitragem vem fazendo ao longo dos últimos anos, com erros gritantes e graves dentro das 4 linhas. Neste fim de semana, início do Campeonato Brasileiro da Série A, novamente os árbitros foram destaque com péssimas atuações em algumas partidas. Não é beneficiar time A ou B, mas é ruindade mesmo, e equipes reclamando com razão. Incrível como mesmo após a inovação do VAR no futebol, a arbitragem vem falhando de forma sucessiva em jogos importantes, influenciando em resultados, em campeões, rebaixados. A CBF precisa reciclar mais os árbitros e os jogadores poderiam ter atitudes claras de fair play e admitir que errou, acertou, dizer que foi pênalti sim ou não foi nada, tocou na bola ou no adversário, assim como fez o zagueiro Rodrigo Caio em 2017. Seria muito hipotético esse meu sonho?

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Como Mossoró já cumpriu seus quase 8 anos frente à prefeitura e não pode mais ser reeleito, emplacou um nome de confiança como seu pré-candidato à sucessão da sua gestão, o ex-secretário de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos, Marcus Vinícius, que se filiou ao MDB. Leia a opinião política com a coluna “Foi bem/foi mal”.
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