
Em uma pesquisa não oficial feita pelas redes sociais em nosso jornal e de páginas parceiras, com grande alcance da população de Valparaíso de Goiás, revelou que cerca de 93% dos moradores são contra a cobrança da Taxa de Serviços de Limpeza Urbana (TSL), conhecida como taxa do lixo. Apenas 7% são favoráveis à cobrança.
Entre as principais reclamações de quem votou contra a taxa de lixo nessa pesquisa, estão o alto valor cobrado mensalmente, a deficiência no serviço de coleta de lixo, principalmente pelas ruas, e o fato de ser uma venda casada, por estar sempre cobrada na conta de água por parte da Saneago, de acordo com um convênio entre a empresa pública e o município.
O imposto, conforme estabelecido pela Lei Complementar n° 132, de 27 de dezembro de 2024, sancionado pelo ex-prefeito Pábio Mossoró (MDB), foi criado para custear serviços de coleta e tratamento de lixo urbano em todo território municipal. Em 05 de maio de 2025, através do Decreto Municipal nº 308/2025, foi regulamentada e aprovada a cobrança e o valor do tributo, que varia de R$ 25 a mais de R$ 100, dependendo do tipo de comércio.
A taxa é alvo de muitas polêmicas ao longo desses últimos meses e até de uma suposta suspensão por parte da Justiça. O prefeito Marcus Vinicius (MDB) vem sendo amplamente criticado quase diariamente por parte da população e até de alguns vereadores e já respondeu que não voltará mais atrás e que a cobrança continuará vindo normalmente às residências e aos comércios da cidade.
“A taxa vai continuar, pois ela foi criada através de uma lei federal. Assim como Valparaíso, Novo Gama, Luziânia e outras cidades foram obrigados a instituírem a cobrança”, afirmou o gestor municipal, que ressaltou que não tem como o município voltar atrás na suspensão ou cancelamento da cobrança. “Para ela (taxa) deixar de existir, precisará ser revogada pelo presidente da República ou alterada no Congresso Nacional”, disse Vinicius, à época.
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