
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA) confirmou a presença do fenômeno La Niña, que deve permanecer até o início de 2026. A formação, observada desde setembro e com maior intensidade em dezembro, resulta do esfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial e influencia o regime de chuvas e temperaturas em várias regiões do planeta. Segundo especialistas, no Brasil os efeitos mais conhecidos são o aumento das chuvas nas regiões do Norte e Nordeste e a redução no Sul. No Sudeste, a tendência é de chuvas contínuas. A região Centro-Oeste deve ser a menos afetada, mas também podem registrar alterações com chuva um pouco acima da média.
No País, Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem ser os Estados mais afetados pela mudança no padrão de chuva, com possibilidade de estiagens anormais para essa época do ano.
Segundo a previsão do ENOS (El Niño - Oscilação Sul) realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), indica a permanência do fenômeno La Niña em intensidade fraca (valores do índice Niño-3.4 entre -0,5 °C e -0,9 °C).
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