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Mãe de jovem desaparecida desde 2017 em Valparaíso pede para que novo viaduto seja nomeado em homenagem a sua filha

Jussara Lacerda fez um esclarecimento em suas redes sociais e solicita que os responsáveis pela obra façam essa homenagem a jovem. Relembre entrevista cedida para equipe do jornal em 2022.

02/12/2024 às 11h25
Por: Redação
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A mãe da jovem Thayná Ferreira Alves, que busca por informações sobre sua filha desaparecida desde 2017, pede para que o novo viaduto que está sendo construído sobre a BR-040, seja nomeado Thayná Ferreira. Jussara Lacerda fez um esclarecimento em suas redes sociais e solicita que os responsáveis pela obra façam essa homenagem a jovem. “São anos de esperas, procura, choro, dor, de uma resposta pela minha filha, cadê a justiça? Minha força são essas pessoas que se comovem até hoje pela minha Thayná Ferreira, e por isso peço aos responsáveis que o viaduto novo da BR-040 de Valparaíso de Goiás receba a homenagem do nome Thayná”, pede. No entanto, até o momento, a prefeitura de Valparaíso e nem o novo prefeito eleito, Marcus Vinicius ainda não se pronunciaram sobre o caso.
O principal suspeito pelo desaparecimento de Thayná é seu ex-padrasto, Waldezar Cordeiro de Matos, 69 anos, após ela pegar uma carona com ele, na Etapa A, em Valparaíso de Goiás, em fevereiro de 2017. Depois disso, seu paradeiro é desconhecido. No mesmo ano, a Polícia Civil de Goiás concluiu que o idoso matou e ocultou o corpo da enteada, que nunca foi achado. A investigação mostrou que ele fez uma ligação telefônica para a mãe da vítima no dia do desaparecimento. A quebra do sigilo telefônico apontou que Waldezar esteve com Thayná em uma região de mata durante três horas.
Waldezar chegou a ser preso duas vezes, mas foi solto por falta de provas, estava em liberdade e ainda não tinha sido julgado. Ele sempre negou participação no caso. Em março de 2024, o homem foi encontrado morto em sua fazenda localizada em Alvorada do Norte, no interior de Goiás. A polícia esteve no local e por se tratar de uma morte aparentemente natural foi acionado o SVO (Serviço de Verificação de Óbito) para atestar o falecimento. Seu sepultamento ocorreu de forma discreta em Brasília (DF). 
Sete anos depois, Jussara segue com esperanças de encontrar os restos mortais de sua filha e nos cedeu uma entrevista em fevereiro de 2022 contando sua história. Para ler o material e relembrar a conversa com nossa equipe, clique aqui.

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